HOLLY: MUITO MAIS DO QUE UM ENFEITE DE NATAL

Estamos nos aproximando do Natal e, independente da religião que escolhemos viver, o dia 25 de dezembro é uma data onde comemoramos o nascimento do cristianismo, uma das maiores religiões do mundo e que deixou, por meio dos ensinamentos de Jesus, uma mensagem de compaixão, perdão, fraternidade e igualdade entre todas as pessoas.

É um bom motivo para celebrar, não é?

Como parte da comemoração, nós costumamos enfeitar a casa esperando o grande dia!

Um elemento que sempre marca presença na decoração é holly, aquela planta com folhas brilhantes, cheias de pontas, e frutos vermelhos.

Holly tem características muito interessantes: para começar, suas raízes não são muito profundas. Por isso, quando nascem, essas plantas precisam estar próximas a outras, para que suas folhas se entrelacem e possam se sustentar, num belo exemplo de colaboração.

As folhas, por sua vez, apresentam uma particularidade ainda mais marcante: são de um verde escuro, parecem enceradas e se dobram (por isso as pontas nas extremidades) para que a luminosidade que recebem possa ser refletida nas outras partes da planta: holly sabe trabalhar muito bem com a luz, mesmo quando escolhe nascer em bosques pouco iluminados. Mais uma vez, a planta mostra em sua assinatura a cooperação.

Holly é também um floral de Bach do grupo dos 19 Complementares, ou seja, aquelas essências que lidam com questões pontuais.

Segundo o Dr. Bach, ela ajuda “...aqueles que, às vezes, são atacados por pensamentos tais como ciúme, inveja, vingança e desconfiança. É o remédio indicado para os diferentes tipos de raiva. Essas pessoas sofrem muito, são infelizes, em geral sem qualquer motivo.”

Forte, né? Mas a essência está aí para nos informar sobre o amor, contrário a estes sentimentos que geram infelicidade...

Não é interessante o fato de trazermos esta planta para casa nesta época do ano, quando somos convidados a olhar a vida com mais compaixão?

Holly, ao se colocar no mundo, nos lembra de que dá, sim, para sermos mais compassivos. Basta, assim como a planta, trabalhar muito bem com a luz para leva-la aonde ela ainda não chegou.


Por: Luciana Chammas

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